“Damo-nos lindamente com todas as instituições”

O chefe David Marques abriu as portas da Sede dos Escuteiros de Alpiarça para falar do movimento escutista e do trabalho que os mais de 40 elementos desenvolvem. Servir é a palavra chave de um modo de vida que começa de tenra idade e prolonga-se para o resto da vida.

Quantos elementos têm?
Atualmente somos 41 elementos desde Lobitos, Exploradores, Pioneiros, Caminheiros e Dirigentes.

Quais são as principais atividades desenvolvidas pelos escuteiros?
A principal atividade é mesmo a formação de vida.

A que dias se juntam?
No caso do nosso Agrupamento juntamo-nos todos os sábados das 16 horas até às 20 horas.

Quem estiver interessado o que deve fazer?
Quem estiver interessado pode dirigir-se a nossa sede que fica no primeiro andar do mercado municipal.

Que espaços têm?
Atualmente temos cerca de metade do primeiro andar do mercado municipal, que nos foi gentilmente cedido pela autarquia.

É preciso mais?
Não, pois o que temos serve bem. Apesar de já ter uns anos está numa zona que nos dá jeito devido a proximidade da nossa igreja.

E a nível de trabalho com outras instituições do concelho. Há colaboração entre uns e outros?
Sim há muita colaboração. Graças a Deus damo-nos lindamente com todas as instituições de Alpiarça e sempre que estamos disponíveis e nos é solicitado, ajudamos da Melhor Vontade.

Quais são as principais dificuldades que o Agrupamento enfrenta?
A principal dificuldade é talvez a falta de verba para podermos realizar mais e melhores atividades para os nossos miúdos.
No plano mais pessoal

Quando entrou para o escutismo?
Eu só entrei para o escutismo quando abriu o nosso Agrupamento em 2007.

Com que idade?
Era um jovem de 32 Anos.

O que levou a entrar para o Escutismo?
Desde criança que tive vontade de fazer parte de um movimento escutista. Como nunca houve nenhum na nossa terra, esse sonho foi-se arrastando até ao dia que um grande amigo – o Chefe João Américo – me fez o convite para fazer parte do Agrupamento que estava na altura em formação.

Qual a secção em que gostou mais de estar?
Sem dúvida a primeira secção (Lobitos) pois é a mais gratificante.

Quais as principais diferenças que notou entre as diferentes secções?
As diferenças são mais que obvias pois estamos a falar de crianças que entram com seis Anos para os Lobitos e de jovens com 22 que estão nos Caminheiros, por isso mesmo temos que nos adaptar às diferentes idades e mentalidades.

O que é que o marcou mais nos caminheiros?
O próprio lema – SERVIR.

Qual a atividade dos caminheiros que mais gostou?
A atividade que mais gostei foi o S. Paulo em Santarém. O S. Paulo é uma atividade inter-regional que se realiza todos os anos numa região diferente.

Quais são as principais diferenças que pensa existir entre a vivência do escutismo quando começou e o de agora?
Uma pergunta difícil, pois a vivência do escutismo é única, e cada um vive cada etapa de maneira diferente. Por isso mesmo é que se diz que o Escutismo é um estilo de vida.

Como é a relação entre os chefes e o clã? E entre o clã e o resto do agrupamento?
Infelizmente este ano só temos uma Caminheira, mas desde sempre a relação entre os chefes e o Clã foi muito boa. O Clã está lá sempre para ajudar todas as secções que precisam deles. Todos os nossos caminheiros seguem o seu lema (SERVIR) com orgulho e dedicação.

De que modo o agrupamento participa na vida religiosa?
O nosso Agrupamento faz parte do CNE – Escutismo Católico por isso mesmo participamos ativamente na vida religiosa da nossa comunidade. Todos os nossos escuteiros andam na catequese e participamos semanalmente na Eucaristia (normalmente ao sábado a seguir às atividades ou no domingo).

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