Diário da Constança: Vou começar pelo fim…

Olá Amigos,
Vou começar pelo fim…

A vida só faz realmente sentido quando temos à nossa volta pessoas que nos preenchem, fazem-nos sentir que somos especiais e nos momentos em que carecemos, estão sempre disponíveis para tudo, sem nunca pedir nada em troca. Sentirmos gratos não é um sentimento ocasional, é na verdade um estado de alma que nos faz viver a vida de uma forma mais descontraída e alegre.

Por isso nunca é demais agradecer às pessoas amigas o apoio que tenho sentido nestes últimos meses. Mencioná-los a todos seria um exaustivo exercício de alinhamento e configuração para o editor do jornal, a quem muito agradeço a publicação destas linhas, no entanto, existem aquelas pessoas que são especiais, verdadeiros anjos, que nos momentos mais complicados nos puxam para cima com simples atitudes ou com apenas um sorriso, que nos fazem seguir em frente. Um grande beijinho para o Nilton e para o Dr. Miguel Souza e Silva, são uns verdadeiros Amigos, não só pelo facto de disponibilizarem o seu tempo para me ajudarem na minha recente cirurgia às amígdalas e adenoides, mas também pela preocupação constante na minha recuperação. Todos os dias me telefonam! Bem hajam. À equipa de docentes do Colégio Conde Sobral, liderada pela Dra. Joana Fernandes Homem, a quem envio um agradecimento especial pela disponibilidade e carinho por mim e pela minha família. À Santa Casa de Misericórdia de Almeirim, liderada pela Dra. Helena Duarte, por todo o apoio e que aproveito também para lhe desejar uma hora pequena! A todos, o meu agradecimento e dos meus pais, tornaram a nossa vida mais rica.

Ora, na vida existem momentos menos bons, que desejaríamos nunca ter passado, mas sem eles aliás não entendíamos o verdadeiro significado das alegrias. Um destes momentos foi passado nestas duas ultimas semanas. Após uma cirurgia em ambulatório simples à garganta e nariz, urgente para o meu desenvolvimento, o meu estado geral de saúde decaiu. Com as defesas em baixo e sem conseguir ingerir qualquer alimento, fiquei muito fraquinha, perdi algum peso e forças nos membros inferiores e por conseguinte alguma marcha que tinha já conseguido adquirir com as diversas terapias. Os efeitos da anestesia também perduraram algum tempo o que fez com que perdesse alguma sensibilidade no maxilar e daí também a mastigação. Como não consigo verbalizar, e dizer onde me dói concretamente, chorava profundamente. A minha mãe foi uma guerreira, nunca perdeu a calma e tratou-me como uma princesa. Não foi nada fácil cuidar de mim e ao mesmo tempo das minhas irmãs. Na última consulta, o Dr. Miguel disse-me que após a intervenção cirúrgica pensava que iria ser internada devido à enorme dimensão das minhas amígdalas. Uma moeda de dois euros em cada lado, disse ele! Como se fossem duas aftas gigantescas na garganta.

Passada esta fase menos boa, encontro-me em franca recuperação e já fui à escolinha da parte da manhã. À tarde fico no mimo da minha avó Graça, que me tem ajudado muito. Dias melhores virão e de certeza com mais Sol.

Aproveito para vos lembrar que no próximo domingo vamos todos caminhar e aproveitar o bom da vida, estarmos juntos!

Continuem atentos à minha página https://m.facebook.com/vamosajudaraconstanca, beijinhos fofos e calorosos da vossa Amiga Constança.

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