Não há soluções, há caminhos: 2 julho

Há coisas muito básicas! Por exemplo: quem é que, vendo um filho a cair a um poço, não ia tirá-lo logo dali, mesmo que fosse proibido atravessar um terreno ou fosse dia santo? Parece que o Evangelho nem devia dar tal exemplo. Mas hoje até há ondas opostas: “Ai, não se pode atravessar, atravesso! Ah, é proibido caçar, fumar… pois caço e fumo!” Mas o legalismo mais perigoso é de quem não pensa pela sua cabeça. Faz e diz porque assim manda o partido, o clube, o chefe, em vez de seguir a razão e o amor que estão dentro de si.

Vasco P. Magalhães, sj

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