Faleceu o Padre António Cândido Monteiro

O padre António Cândido Monteiro morreu na passada quinta-feira, 9 de agosto, em Pousade, Guarda. O padre era natural de Pousade onde estava a passar férias com a família.

O padre Cândido nasceu em 13 de junho de 1937, filho de Alfredo Cândido e de Isabel Monteiro, foi ordenado presbítero por D. Manuel Gonçalves Cerejeira a 12 de junho de 1965 para o serviço da Diocese de Lisboa.

Iniciou o ministério sacerdotal como professor e prefeito no Seminário de Santarém.

Em 16-02-1974: Coadjutor da paróquia de Várzea e Abitureiras, até final de 1974.

Em 1975: Professor de Moral na Escola Técnica de Santarém.

Em 1975: após a criação da Diocese de Santarém optou por se incardinar na nova Diocese.

Em 21-01-1976: Pároco de Abitureiras.

Em 10-11-1978: Pároco de Ereira e Lapa.

Em 20-10-1981: Vigário forâneo de Santarém.

Em 31-07-1984: Pároco do Cartaxo.

Em 02-01-1995: Eleito membro do Conselho Presbiteral.

Em 04-10-1996: Diretor do Secretariado Diocesano de Ação Social.

Em 03-09-2001- Pró-Vigário Geral da Diocese de Santarém.

Em 12-10-2001 – Pároco “in solidum” moderador da Paróquia do Salvador (Sé), Santarém, mantendo a função de Pró-Vigário Geral.

Em 16-10-2003 – Membro do Conselho Diocesano para os Assuntos Económicos.

Em 04-12-2003 – passa a membro nato do Conselho Presbiteral.

Em 19-12-2008 – Pároco de S. João da Ribeira.

Em 26-10-2010 – Pároco de Almoster, cessando S. João da Ribeira.

Em 29-12-2017 – Capelão do Mosteiro das Irmãs Clarissas em Santarém.

Apesar de não ter sido nomeado Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil, foi sob a sua orientação que se deram passos significativos na implementação deste serviço na Diocese, bem como a realização de várias atividades no Ano Internacional da Juventude. Homem cuidadoso da sua saúde, consciente que podia ser chamado à presença de Deus de modo repentino, já tinha pedido a dispensa dos ofícios de Pároco e de Pró-Vigário Geral da Diocese e esta tinha-lhe sido concedida. Era seu desejo ser sepultado na sua terra natal, pelo que decorrerão lá as exéquias.

Que as palavras de Santa Teresa Benedita da Cruz, Padroeira da Europa, cuja festa hoje celebramos, ajudem de modo especial a família a viver este momento: “A cruz não é um fim em si mesma: ela eleva-nos para as alturas e revela-nos as realidades superiores. Por isso ela não é somente um símbolo; ela é a arma poderosa de Cristo; é o cajado de pastor com que o divino David sai ao encontro do Golias infernal e com o qual bate fortemente à porta do Céu e a abre. Então brotam as torrentes da luz divina que envolvem todos aqueles que seguem o Crucificado”.

 

 

 

 

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