Pascoalini cria sorvete a partir das uvas da casta “Fernão Pires do Tejo”

As lojas da Pascoalini, em Santarém, Lisboa e Almeirim já têm à venda o novo sorvete ‘Fernão Pires do Tejo’, uma edição especial sazonal que só estará disponível durante a época de vindimas.

Depois de desenvolverem sorvetes artesanais com melão e morangos de Almeirim, Patrícia e Rui Pascoalinho, em reposta ao desafio lançado pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), lançaram recentemente o sorvete “Fernão Pires do Tejo” com verdadeiro sabor a “uva de vinho”. A geladaria com berço em Santarém, tem apostado desde a sua génese em transformar sabores do Ribatejo em gelados e sorvetes.

Publicidade

Não se trata de um gelado de vinho – como é o caso do que a Pascoalini criou, em parceria com a Quinta da Alorna (também do Tejo), à base do seu Abafado 5 Anos. É um novo sorvete de fruta, sem álcool, confecionado com grainha a fim de lhe conferir um lado mais vitícola, com cerca de 35% de Fernão Pires do Tejo a que se junta água, limão, açúcar e dextrose.

Dado à sazonalidade do produto que lhe dá origem, o sorvete ‘Fernão Pires do Tejo’ estará disponível apenas na época das vindimas, ou seja, durante os meses de Setembro e Outubro.

 

Vinhos do Tejo apostam de forma estratégica na casta Fernão Pires

Terra plana e verdejante, cortada por um rio largo e imponente e com um terroir marcado três zonas distintas: Lezíria ou Campo (solo mais fértil), Bairro (solo argilo-calcário) e Charneca (solo arenoso e, por isso, mais pobre). Este é o retrato clássico da região, que abrange grande parte do percurso do rio que lhe dá nome e flui até Lisboa. Longe do rio, o Tejo sobe mais seco, por entre montanhas, vestido de olivais e pomares, bem como vinhas. Por esta diversidade tanto origina tintos, brancos e rosés frutados e perfumados, como vinhos de grande complexidade.

Depois de um investimento e foco no mercado externo, a CVR Tejo está agora apostada em promover-se dentro de portas, com o propósito de impulsionar a notoriedade e as vendas dos Vinhos do Tejo. Portanto, nada como definir uma estratégia única e diferenciadora, mostrando o que de melhor e mais exclusivo há na região: a casta Fernão Pires.

.