Quem é Ana Delgado?

REVELAÇÕES Tem 37 anos, é formadora pedagógica, empresária e amante de touradas.

Quem é a Ana Delgado?
Uma pessoa alegre, positiva, conscienciosa e de boas relações com a vida e com quem estimo. Tenho 37 anos, duas filhas, sou formadora pedagógica e empresária.
As minhas raízes familiares são de Santarém, mas tirando os anos de faculdade vivi sempre no concelho de Almeirim.

O que gosta de fazer nos tempos livres?
Gosto, sobretudo, de passar tempo com a minha família e amigos. Adoro conhecer sítios diferentes, ir à praia, a concertos e a espetáculos.

Qual foi o último livro que leu?
“A Amiga Genial”, de Elena Ferrante.

E o último filme?
O último filme foi “Death Wish – A Vingança”.

Vai ao cinema com regularidade?
Já fui, em tempos. Agora só vou muito esporadicamente. Hoje em dia, os filmes estão disponíveis pouco tempo depois das estreias, em diversas plataformas, o que faz com que acabe por ser mais confortável e económico vê-los em casa.
Em casa consegue ver que tipos de programa na televisão?
Basicamente, consigo ver o que as minhas filhas me deixam… desenhos animados e pouco mais! Vejo, normalmente, o Jornal da Noite, jogos do meu Benfica e sigo uma ou duas séries.

Imagina-se a participar por exemplo no Big Brother?
Não… Nada contra reality-shows, nem contra quem gosta, mas não me identifico com o formato, preservo e valorizo muito a minha privacidade. Acho que nem gostava de ver familiares ou amigos meus a participar.

Qual foi a última loucura que fez?
Foi ir à RTP simular uma guerra de tomates em direto.

Gostou de ter participado no “Todos à Tomatada”?
Muito. Foi muito giro! Participei como membro da organização, mas acho que nós acabamos sempre por nos divertir mais que os participantes, porque para além da brincadeira ainda temos aquele gostinho especial, no fim, de missão bem sucedida.
Correu tudo bem, acho que as imagens do evento, por muito boas que sejam, não conseguem passar o verdadeiro ambiente de entusiamo, festa e loucura q.b. que se viveu naquele dia. Só estando lá.

A quem é que gostava de atirar um tomate duro? E um esborrachado?
O duro não atirava a ninguém, porque sou contra qualquer tipo de violência e quando não sinto empatia por alguém simplesmente afasto-me.
O esborrachado atirava ao Bruno de Carvalho. Toda a gente sabe que ele gosta de uma boa briga e adora a cor encarnado, certamente não me levaria a mal.

O que queria ser quando fosse grande?
Inicialmente, queria ser cabeleireira, mas quando entrei para a escola meti na cabeça que tinha de ser professora de inglês e assim foi. Tornei-me professora de Inglês, Francês e Português.

Gosta de touradas?
Aficionada. Prefiro a tourada portuguesa à espanhola, mas aprecio tanto o toureio a pé como a cavalo.
É um espetáculo a que assisto desde muito pequena. Temos uma relação de estima e amizade com a família Salgueiro e o meu pai sempre acompanhou o João nas corridas, durante a sua carreira. Foi sempre uma atividade que acabou por estar presente, desde a infância.

Alguma vez montou a cavalo?
Já, mas a cavaleira da família é a minha filha Margarida, ela sim monta muito bem.

O que pensa sobre o fenómeno social Facebook?
O Facebook é, na minha opinião, uma ferramenta útil e um espaço incrível, desde que seja usado com conta, peso e medida, que é como quem diz, com bom senso.
Acho que devia servir mais como escape para as pessoas se divertirem e terem acesso a informação e eventos de interesse, coisa que não acontece. Hoje em dia, infelizmente, serve mais para dar opiniões. Claro que todos temos direito à nossa e a expressá-la, mas parece que, no Facebook, há uma necessidade urgente de expressar pontos de vista sobre tudo e sobre todos, independentemente de se estar informado ou não, sem pensar se se está a magoar alguém ou sem ouvir o outro lado. Tudo serve para apontar o dedo, denegrir e até ofender. Se há problemas ou polémica há mil partilhas, se há algo de bom a acontecer mal se liga. Aliás, são muito poucas as publicações ou comentários com o intuito de elogiar ou motivar.
Penso que a experiência em qualquer rede social seria muito mais enriquecedora, tranquila e positiva se as pessoas não estivessem tão centradas na crítica e se as opiniões fossem manifestadas, com fundamento, tratando os outros com cuidado e respeito.

À lupa

Nome: Ana Delgado
Idade: 37 anos
Filhos: Margarida, 9 anos e Matilde, de 5.
Hobbies: Muitos, dependendo do tempo disponível e estado de espírito… ler, dançar, jardinagem, yoga…

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