Eugénio Torres mostra obras em Almeirim

Está patente ao público até ao próximo dia 11 de janeiro, na Galeria Municipal de Almeirim, uma exposição do pintor Eugénio Torres intitulada “Reencontros”. Nascido no Porto, a vida deste artista plástico tem sido uma viagem constante entre Vila Nova de Gaia e Almeirim, terra que o acolhe e onde vive o seu filho e os netos. O seu atelier nas Fazendas de Almeirim trazem- lhe, confidenciou ao Almeirinense, a paz, o sossego que necessita para o seu processo criativo. Do movimento da grande cidade como o Porto, para o silêncio e a calma de uma paisagem, cortada também por um rio de outras memórias, esta é uma forma de reencontro que agora se concretiza numa espécie de homenagem a esta freguesia de Almeirim. Vinte e uma aguarelas sobre cartolina dão luz a este perpétuo reencontro de olhares. Casas de fazendeiros, poderia ser o subtítulo desta mostra de trabalhos. Cada criação é um regresso a uma paisagem ribatejana ainda que seja um prolongamento do imaginário do seu criador. Há quase 50 anos que Eugénio Torres partilha a sua vida com a pintura. Estudou Belas Artes no Porto e hoje confessa-se um adepto da aguarela, melhor, um adepto da imortalidade do sentir. No seu processo criativo nunca usou o acrílico. Diz que não se sabe muito bem qual o grau de durabilidade desta técnica. Já pintou frescos, murais, a pintura o óleo, técnicas que duram séculos e atravessam milénios. “A aguarela é um desafio. Um erro, na secagem ou no uso da água pode deitar a perder um trabalho. E as cores? Esse é Eugénio Torres mostra obras em Almeirim ll Está patente ao público até ao próximo dia 11 de janeiro, na Galeria Municipal de Almeirim, uma exposição do pintor Eugénio Torres intitulada “Reencontros”. Nascido no Porto, a vida deste artista plástico tem sido uma viagem constante entre Vila Nova de Gaia e Almeirim, terra que o acolhe e onde vive o seu filho e os netos. O seu atelier nas Fazendas de Almeirim trazem- lhe, confidenciou ao Almeirinense, a paz, o sossego que necessita para o seu processo criativo. Do movimento da grande cidade como o Porto, para o silêncio e a calma de uma paisagem, cortada também por um rio de outras memórias, esta é uma forma de reencontro que agora se concretiza numa espécie de homenagem a esta freguesia de Almeirim. Vinte e uma aguarelas sobre cartolina dão luz a este um problema que eu tenho porque não sou organizado. Há artista que anotam a construção das cores mas eu, não sou assim. E, às vezes, quero voltar a uma cor…e é difícil ou impossível!” O ano passado apresentou também as suas aguarelas numa mostra em Alpiarça, no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos, intitulada Contrastes e em torno de temas alpiarcenses. Embora seja um “homem do Norte”, e apesar de já ter deixado cair a pronúncia intensa, revisita aquilo que considera ser a beleza ribatejana, sempre com fascínio e na singeleza do traço, da mão e da alma. Uma exposição que pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 09h00 às 17h00.

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