Não há soluções, há caminhos: 25 março

Descobrir sinais, fazer uma leitura mais profunda da realidade. Há pessoas que dizem ser muito realistas mas no fundo não são, são até um pouco infantis, vivem o imediatismo das emoções, dos impactos, e não param um momento para se distanciar, dar um passo atrás para ver o conjunto e reflectir. “Bom, mas o que é que está aqui por trás?! De onde é que isto vem? Aonde é que isto leva?” Fazer à realidade as perguntas certas, porque acontece muito não as fazermos. Por exemplo, diante de uma doença, de um choque familiar, de um problema laboral, perguntamos logo: “Porquê? Que mal fiz eu a Deus? Porque é que me havia de acontecer isto a mim?” E esta é a pergunta errada!
Vasco P. Magalhães, sj
ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA

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