
O MICA - Movimento Independente de Cidadãos de Almeirim assinou com a CDU toda a informação enviada ao Ministério Público e à IGAL (Inspeção Geral das Autarquias Locais) a respeito das irregularidades denunciadas por Carlos Leandro nas sessões públicas de Câmara desde o início do ano 2012.
Em nome do MICA, Francisco Maurício decidiu acompanhar a CDU e o vereador Aranha Figueiredo nesta iniciativa que pretende ver esclarecidas as irregularidades apontadas e apurada a verdade.
CDU manda denúncias para o Ministério Público (18 de junho)
A CDU Almeirim chamou os jornalistas à sua sede na rua das Faias para anunciar que vai encaminhar para a IGAL (Inspeção Geral das Autarquias Locais) e para o Ministério Público, toda a documentação que é relativa à empresa Topoárea - Gabinete de Estudos e Projetos de Almeirim e às intervenções que têm sido sucessivamente proferidas por um dos seus sócios gerentes, Carlos Leandro nas reuniões públicas da Câmara Municipal.
Na primeira reunião pública do ano, Carlos Leandro denunciou irregularidades que classificou como "graves" no que diz respeito à atuação da autarquia na área da construção civil e das obras. Concorrência desleal por parte dos próprios técnicos da autarquia e perseguição à empresa foram algumas das acusações proferidas em reunião e ao longo destes seis meses, as denúncias continuaram.
Logo em janeiro, Aranha Figueiredo, vereador sem peluros eleito pela CDU, sugeriu a Sousa Gomes a abertura de um inquérito para apurar a veracidade dos factos relatados e penalizar os infratores uma vez que "a confirmarem-se pôem em causa a honorabilidade de técnicos e eleitos municipais".
Apesar de presidente e vereadores terem sido concordantes com a sugestão da CDU e de Carlos Leandro ter manifestado total disponibilidade para esclarecer todas as dúvidas que surgissem em sede de inquérito, a verdade é que até à data ainda não foi decidida a abertura do inquérito. No seguimento, a CDU Almeirim "vai tomar a iniciativa de encaminhar toda a documentação à IGAL e ao Ministério Público enquanto órgãos com a competência para a investigação destes actos para que deles tomem conhecimento e lhes deem o encaminhamento que considerarem devido"
Questionado sobre as consequências práticas destas denúncias, Aranha Figueiredo, diz que "acredita nas Instituições Públicas e na justiça"



