A federação de agricultores do distrito de Santarem e a Associação Portuguesa dos Produtores de Tomate estão preocupados com as consequências provocadas pelas cheias que alagaram o Ribatejo nos últimos dias. Por enquanto, ainda não são conhecidos os números exatos dos prejuízos que os agricultores vão ter este ano, quer em termos de culturas de outono/inverno (batatas, alfaces, ervilhas e favas) quer em termos de cultura de verão (tomate, melão e milho). Amandio freitas adiantou que "já foram solicitadas reuniões com carácter de urgência à Ministra da Agricultuira, Assunção Cristas, do Diretor Regional de Agricultura do Ribatejo e Oeste e Comissao Parlamentar de Agricultura da Assembleia da Republica, com vista a solicitar o levamenteo dos prejuízos, das quebras na produção nos vários sectores, medidas a tomar e acompanhamento aos agricultores".
O Presidente da Federação adientou ainda que "não vão ser as linhas de crédito bonificado que vão resultar em ajuda real aos agricultores, uma vez que para comprar dinheiro é preciso ter dinheiro, e nesse momento os agricultores estão completamente descapitalizados".
Numa altura em que ainda existem largos hectares de terrenos alagados a preocupação dos agricultores está também centrada no atraso das culturas de verao, sobretudo o tomate.
Já em relação as vinhas são esperados prejuízos de elevados montantes sobretudo nas vinhas novas.







