Conforlimpa envolvida em novo escândalo. Roubados telemoveis da PJ

A diretoria da Polícia Judiciária de Lisboa foi assaltada, em Janeiro deste ano, por uma empregada de limpeza, cuja situação no país era ilegal, sendo que a mulher fazia uso de uma identidade falsa, conta a edição desta sexta-feira do semanário Sol. Ao todo, foram furtados 29 telemóveis daquela instituição.

Uma mulher de 40 anos, natural da Guiné-Bissau, que se encontrava em situação ilegal em território português, fazendo uso de uma identidade falsa, é, alegadamente, responsável pelo furto de 29 telemóveis na sede da Polícia Judiciária, em Lisboa, onde era empregada de limpeza.

Os aparelhos roubados haviam sido apreendidos pelas autoridades a traficantes de droga, sendo que os aparelhos estavam sob escuta.

Fonte daquela instituição adianta ao Sol que a imigrante responsável pelo furto dos telefones, que trabalhava na empresa Number One do grupo Conforlimpa, cujo dono, por sinal, está a ser investigado por ter lesado o Estado em cerca de 40 milhões de euros no âmbito de fraude fiscal, foi contratada pela unidade de compras do Ministério da Justiça.

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