Guerra aberta no Raposense

O Grupo Desportivo Raposense está a viver dias de enorme instabilidade e até guerrilha como nunca se tinha visto. 

O Presidente da Assembleia Geral demitiu-se e há intenção de um sócio expulsar o antigo presidente da direção, António Nunes. 

Ao que o nosso jornal, na Assembleia Geral de dia 13 de março, a pessoa que fazia a contabilidade do clube explicou que não há divergência nas despesas e receitas, caindo assim por terra a acusação de estariam por justificar despesas de 3 mil euros, no mandato de António Nunes. O sócio que tinha levantando, anteriormente, é o mesmo que quer expulsar o ex-presidente de sócios e na última reunião, terá chegado mesmo a discutir com a contabilista. 

Fonte que assistiu à reunião diz que "foi muito feio o que se viu e ouviu. Quem serve o Raposense não merece ser tratado assim e o clube também não". 

Tal foi o nível baixo em que a que a reunião chegou que o José Miguel, que desde 20 de setembro tinha assumido a Assembleia Geral, apresentou a demissão. 

Para domingo, dia 22 pelas 19h, está marcada nova assembleia com o intuito de aprovar as contas de 2014. 

Desde janeiro que o Clube não recebe subsídios da autarquia, por não cumprir o requisto de ter as contas aprovadas. 

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