“Aumentar a projeção” é do desafio da Confraria para Festival que arranca hoje

O Festival da Sopa de Pedra e do Petisco estreia este ano um novo local para atrair mais gente e dar um passo importante rumo à plena afirmação. Rui Figueiredo, da Confraria Gastronómica, revela as expetativas e traça objetivos. A proximidade com os restaurante é uma mais valia para os quatro dias.

Que esperam do festival deste ano?
Rui Figueiredo: A expectativa da Confraria é que o número de visitantes aumente este ano face às edições anteriores. As pessoas de Almeirim já conhecem o festival, mas cada vez mais queremos atrair pessoas fora do concelho de forma a divulgar os produtos gastronómicos e os vinhos de Almeirim. No entanto, acima de tudo esperemos que as pessoas se divirtam e desfrutem da oferta gastronómica e cultural do Festival.

A mudança de local acreditam que será benéfica?
Acreditamos que a alteração do local do Festival do Parque da Zona Norte para o parque das Tílias será uma boa aposta, uma vez que estaremos num local visitado por centenas de milhares de portugueses durante o ano. O objetivo da mudança é aumentar a projeção nacional do festival para ir crescendo de forma
sustentável.

Quantas tasquinhas vão estar a funcionar?
O Festival irá ter seis tasquinhas com cerca de 70 lugares cada. A novidade deste ano é a presença da tasquinha do Centro Paroquial de Almeirim.

Os preços e as comidas são reguladas pela Confraria?
Sim, tal como nas edições anteriores. O nosso objetivo é manter um padrão gastronómico no Festival entre todos os participantes. No entanto, existem reuniões de preparação com todas as coletividades envolvidas de forma a chegar a uma ementa final.

A proximidade com os restaurantes é vista como ponto positivo. Em que medida?
A proximidade aos restaurantes é sem dúvida um ponto positivo porque centralizamos o melhor da nossa gastronomia numa zona de Almeirim muito aberta a visitantes de todo o país. Não temos dúvidas sobre o facto de O Festival da Sopa de Pedra e do Petisco estreia este ano um novo local para atrair mais gente e dar um passo importante rumo à plena afirmação. Rui Figueiredo, da Confraria Gastronómica, revela as expetativas e traça objetivos. A proximidade com os restaurante é uma mais valia para os quatro dias. quem visitar Almeirim nos dias do Festival ficará satisfeito pela oferta gastronómica disponível, aliada a outros eventos culturais e desportivos que irão decorrer na mesma zona.

As ações com os chefes são para manter?
O programa de “show cooking” com os chefes tem sido uma das atividades diferenciadoras do nosso Festival juntamente com a quermesse gastronómica. Ambos os eventos serão mantidos e melhorados. Queremos melhorar a interação do “show cooking” com os visitantes do Festival.

Desde que foi lançado o programa, há mais alguma novidade?
Sim, iremos ter uma zona de insufláveis para as crianças e mais algumas surpresas.

Têm pensada alguma “homenagem” a Filipa Vacondeus?
Sim, iremos fazer uma homenagem à nossa madrinha de sempre do Festival Filipa Vacondeus na cerimónia de abertura.

 

“A Sopa de Pedra é muito importante para o concelho, promovê-la é uma forma apoia à economia.”

A Câmara de Almeirim dá apoio logístico com o evento é um apoio monetário à Confraria. O Presidente da autarquia, diz que “A Sopa de Pedra é muito importante para o concelho, promovê-la é uma forma apoia à economia. Neste ano vamos continuar com a promoção do melão de Almeirim que estamos a recuperar de uma forma sustentável. Se o tempo continuar a ajudar vamos ter algumas centenas de exemplares”. Pedro Ribeiro vai participar na Corrida Color Run e acredita que “vamos ter muita gente, sobretudo no dia 29, onde haverá um conjunto de outras atividades”.

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