Gustavo Pacheco Pimentel apresenta livro dia 20 de agosto

Conforme já anunciado, sai à estampa, pelas mãos de um filho da terra, mais uma monografia da história do nosso concelho e, especialmente, da freguesia de Benfica do Ribatejo.

Ali nascido e criado, Gustavo Pacheco Pimentel licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), é mestrando na especialidade de História Medieval, sendo a sua área predilecta a História Regional e Local. É também membro da Academia Itinerarium XIV da Ribeira de Muge (Paço dos Negros), investigador do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão, e director da Associação de Estudo Defesa do Património Histórico-Cultural de Santarém.

O jovem investigador, que já vem a colaborar com artigos históricos no Jornal O Almeirinense desde fevereiro de 2016, apresentará agora a sua primeira obra publicada, em sessão pública organizada com a Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, agendada para o dia 20 de agosto (domingo), pelas 16 horas no Mercado Municipal de Benfica.

A Terceira Invasão Francesa de Portugal (1810-1811). Impacto Sobre uma Freguesia do Concelho de Santarém: Santa Marta de Moncão, trata-se pois de uma edição do mesmo autor e conta ainda com prefácio da Professora Doutora Maria de Fátima Reis, reconhecida historiadora do período Moderno português, com docência na FLUL e assento na Academia Portuguesa da História, onde exerce também o honroso ministério da Secretaria Geral. Como refere Pacheco Pimentel no prólogo do seu livro, “Há que destacar que este foi um tema escolhido e um estudo motivado, primordialmente, pelas insistentes memórias de muitos habitantes locais, que indiciavam à existência de episódios militares passados, principalmente «no tempo das Invasões Francesas», ou então durante «a Guerra dos Miguéis» (referência local pela qual é conhecida a Guerra Civil de 1828-1834).” (pp. 104-105) Em suma, um trabalho de profundo gosto pessoal, agora partilhado com a comunidade, que segundo o seu autor, pretende, antes de mais nada, valorizar a história local da sua terra, as suas próprias gentes, que aliás também participaram com memórias para a edificação da obra, de maneira a fomentar o interesse dos conterrâneos na sua própria história, e principalmente dos mais jovens que, muito embora a complexidade dos tempos, podem ainda recuperar o bom hábito de dialogar com os mais velhos, conservando assim a perene passagem do testemunho, tão indispensável à renovação das gerações e das sociedades humanas em geral.

 

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