Não há soluções, há caminhos: 23 de fevereiro

A sexualidade humana é muito mais que uma necessidade ou ritmo biológico. Essencialmente diferente da do animal, além de biológica é psicológica, social, cultural e espiritual.

Não se entende senão no quadro do afecto, em processo de maturidade, sob pena de ficar infantil. O ser humano, em todas as suas dimensões, experimenta-se como “um ser separado” à procura do seu complemento.

A própria palavra na sua etimologia parece dizê-lo: sexo vem de secus, isto é cortado, seccionado, à procura da metade que o completa! A sexualidade humana está em cada gesto, olhar, sentimentos, relações, inteligência e vontade.

Em tudo o que fazemos, pensamos, etc., somos sexuados.

Vasco P. Magalhães, sj

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