Homicida de professor de Fazendas de Almeirim condenado a 24 anos

O homicida do professor João Marcelino, natural de Fazendas de Almeirim, foi condenado na passada terça-feira-feira, 26 de junho, a 24 anos de prisão efetiva.

Segundo avança o Correio da Manhã, a pena foi obtida por cumulo jurídico: pelo homicídio, o arguido Joaquim Guedes de 31 anos foi condenado a 20 anos, ainda a quatro anos por furto qualificado e a mais dois anos por falsificação de documento. Apesar de alegar durante o julgamento que o professor o violou, o tribunal não deu credibilidade à versão do arguido.

O coletivo de juízes deu como provado que “que o móbil do crime foi o roubo do carro A3” de João Marcelino, que o arguido após o crime passou para seu nome falsificando a assinatura da vítima e de todos os documentos da viatura.

Recorde-se que o crime foi cometido, de acordo com a acusação, pelas 21h do dia 28 de fevereiro de 2017, no sítio do Lobito em Lagoa, a cerca de 250 metros da casa do arguido. Este, armado com uma navalha, encontrou-se com o professor de 56 anos e esfaqueou-o 26 vezes.

Também segundo o diário, o homicida tapou depois o corpo com uma manta e arrastou-o cerca de 50 metros até um terreno. Aí, foi buscar uma pá e cobriu-o de terra. O cadáver só viria a ser encontrado mais de uma semana depois, a 9 de março. Após o crime, o arguido levou o Audi da vítima e dias mais tarde transferiu-se a propriedade da viatura para o seu nome, na Conservatória do Registo Automóvel do Registo Automóvel de Lagoa. Foi apanhado pela Polícia Judiciária logo a seguir.

.