Decisões em 2019

Entramos em 2019, um ano de eleições, mas também de decisões. A mais importante será a de não voltarmos a ter um governo liderado por um candidato que perde as eleições, mas governa apoiado pelas esquerdas encostadas, que continuamente fazem juras de amor a ditaduras comunistas. Estes (des) governam os destinos do país no presente com olhos nos votos futuros, levando a população a acreditar que está com mais poder de compra, aumentando o ordenado mínimo (descriminando o público do privado) para depois aumentar diversos impostos indiretos, levando também a dívida pública a atingir máximos nunca antes vistos. Estes criticaram veemente o governo PSD/CDS pelo “brutal aumento de impostos”, mas recusam agora retirá-los. Mais, os primeiros governaram num tempo de crise controlado pela troika, explicando sempre os motivos e objetivos das suas ações. Já os atuais, são peritos em cativações mesmo num período de, alegadamente, crescimento económico. Anunciam de forma avulsa, compras, projetos mesmo quando não terminaram os anteriores, fazendo lembrar o executivo camarário local. Exemplo disso, o interior da rotunda do novo troço da circular urbana que continua por concluir, assemelhando-se a um fosso e representando um risco sério caso um acidente ali ocorra ou, a intervenção na rua principal de Paço dos Negros, cujo o conjunto de “ilhas” se assemelha à situação anterior e onde outrora havia bermas, hoje não há passeios. Certamente dirão que as obras vão avançando não ao ritmo que gostariam, mas que vão avançando, seguidos
de vassalagem incondicional. Porém, nós não nos deixamos iludir e estaremos sempre presentes para assinalar estes casos e dar o nosso contributo no futuro.

João Vinagre
CDS Almeirim

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