Não há soluções, há caminhos: 13 agosto

Não só perdemos os verdadeiros heróis, os heróis da força interior e da alegria, adoptando outros que são menos que nada (os heróis de papel e de plástico ou os heróis do disparate televisivo), como deixámos introduzir sub-repticiamente, à nossa volta, pedagogias de fragilidade. Pensávamos que ao introduzir essas pedagogias do sucesso fácil e da permissividade ajudávamos as crianças e as estimulávamos, não as deixando ter insucesso, tentando facilitar-lhes a vida. O que é que aconteceu? Fragilizámos a pessoa e demos-lhe cabo do futuro. Isto é típico da nossa época.
Vasco P. Magalhães, sj
ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA
Um pensamento para cada dia: ver em tudo o que acontece uma oportunidade de crescimento

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