Caprichos II

Estamos num ponto de “des”governação em que, mais parece uma caminha galopante para garantir o empobrecimento, cada vez mais visível, e acentuada, da população em prol de um ideal que está mais que provado que, não funciona, do que garantir meios à população para uma melhor vida. Nesta linha de pensamento ideológico, assistimos a uma inversão da sociedade e dos seus valores. Fizeram-se leis para proteger e cuidar dos animais, em detrimento de leis para proteger e cuidar de pessoas. Depois temos na educação um caminho de abolição, que diria de quase total, tanto aos alunos como aos professores. Não vejo porque uma avaliação seja uma coisa má, pois uma avaliação é mais um passo para a melhoria e aumento de conhecimento. Não esquecendo de toda a falta de pessoal, docente e não docente, e condições de algumas escolas, que em tempo de “vacas gordas” foi “uma festa”, e esbanjou-se dinheiro em equipamentos pouco funcionais, em detrimento de funcionais. Terminada a “festa”, não porque quisessem, mas porque o dinheiro dos outros terminou, agora dizem que aumentam o investimento e depois aplicam as cativações. Este caminho, infelizmente, creio eu, que nos levará a mais um pedido de ajuda internacional, e este será muito mais rigoroso e doloroso. Como o exemplo para tudo vêm de “cima”, já iniciaram essa demonstração com a constituição do maior governo da Europa e que Portugal já teve. Por vezes, penso que alguns gostam mesmo é de pedir favores durante uma vida, para tudo e qualquer coisa, a quem tem poder de decisão, seja legitima ou não, não entendo que a merocracia na Sociedade, governação e/ou trabalho seja o único caminho que realmente preenche o ego. Saber fazer e ser reconhecido por tal, não pelos amigos de circunstância o pelos seus pares, mas por quem realmente entende e avalia.

Por João Vinagre

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