Especial pandemia: Paulo Guia admite que “Em Almeirim existiu cooperação e proximidade”

Este sábado, dia 6 de março, faz um ano que surgiu o primeiro caso de Covid-19 no concelho de Almeirim.
A edição impressa de 1 de março do jornal O Almeirinense abordou a situação de um ano de pandemia com um conjunto de entrevistas que retratam a luta do concelho contra a Covid-19 e a opinião dos entrevistados sobre o tema. O sétimo entrevistado foi Paulo Guia, enfermeiro da UCC Almeirim, que relatou o trabalho que tem sido feito desde que começou a pandemia até aos dias de hoje.

Os nossos profissionais estão esgotados?
Sim, é fácil constatar que os profissionais de saúde estão sobrecarregados, uma vez que, no último ano, existiu sempre a preocupação e necessidade de manter as respostas assistenciais, tais como as consultas médicas e de enfermagem, os tratamentos, os cuidados domiciliários, os cuidados continuados integrados e as ações paliativas, a reabilitação, a intervenção precoce, as resposta de saúde pública e a preparação para o parto/ recuperação pós-parto, em simultâneo com as respostas específicas no âmbito da pandemia, como foram as colheitas de zaragatoas, as áreas dedicadas para doenças respiratórias e CoViD-19 (ADC-r), a aplicação de testes rápidos (TRAg).

“(…) cada um destes profissionais e todos os parceiros tiveram um papel determinante na pandemia, comunicando a uma só voz as determinações da DGS e a forma como localmente estas seriam implementadas (…)”

Paulo Guia, enfermeiro da UCC Almeirim

Considera que houve um trabalho de grande proximidade com a autarquia e instituições do concelho?
Na minha opinião, existiu efetivamente um trabalho de grande proximidade com a autarquia e instituições do concelho, realçando desde logo o pensamento crítico, a rápida intervenção e a disponibilidade da Autarquia de Almeirim.

O resto da entrevista encontra-se disponível na edição impressa de 1 de março de 2021 que já está nas bancas.

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