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Opinião

Da conivência à solução?

Por: Inês Ribeiro 01 de junho, 2026 2 minutos de leitura

Nas últimas semanas houve alteração na forma como a Autarquia de Almeirim, mais precisamente o actual executivo, com o acampamento nos terrenos da Quinta da Alorna, entre a Zona Industrial e a Estrada Marquês. Esta alteração é de saudar, pois mostra que o anterior executivo, muito mais na pessoa do anterior Presidente de Câmara, foi conivência e desleixado, permitindo que um acampamento temporário de lonas se tornar praticamente um bairro de lata. Validando assim, não só que se mantivessem no local, como aumentassem em número de pessoas e construções.

Nos mandatos do anterior Presidente de Câmara (que até já foi galardoado pela Autarquia), tinha havido algumas intervenções por parte de alguns comandantes do Posto da GNR de Almeirim, que por cá passaram, para travar os actos e acções, constantes e contínuas, mas foram poucas e de curta duração, pois eram transferidos! Nessas intervenções havia sempre recuperação de material furtado, apreensões e detenções.

A atitude do então Presidente foi nefasta para o Concelho, para as empresas, empresários e proprietários, que durante anos viram os seus pertences, trabalho e vidas a serem afectadas por acções destes indivíduos. Atrás de uma conversa e montra de que em Almeirim estava tudo bem, estava esta “rosa podre”, neste ramo de rosas que na mão transportava e cravos no peito exibia, mas não é a única flor podre.

Apesar de a cor política vigente ser a mesma, parece que a forma de trabalhar por Almeirim é diferente. O tempo, como em tudo, é bom conselheiro, mas pode ser que também seja bom a ajudar a podar as flores podres.

Mais: A intervenção e inteção de resolver o problema do acampamento nos terrenos da Quinta da Alorna.

Menos: Empresa Intermunicipal de Transportes, um “Elefante Branco” com muitos anos na sala, com solução longa e difícil.

João Vinagre – CDS Almeirim

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