No início do deste mês de Junho houve Assembleias Geral no União de Almeirim, mas infelizmente para o União, para sua história, para aqueles que durante anos o representaram, que amam o clube e o defendem, com apenas 2 mãos foi o suficiente para contar os presentes, e praticamente todos da direcção.
Apesar deste afastamento dos sócios, nas decisões dos órgãos sociais e como tal para os destinos do nosso clube, quem está neste lugar não pode deixar de prestar contas de forma certa. Não haver relatório feito e preparado para distribuir aos sócios, com antecedência para se poder avaliar, e só depois de solicitar uma cópia, recebi folhas soltas de contabilidade, não é ser claro na gestão. Não basta fazer apresentação projectadas, porque se um sócio pedir o relatório posteriormente, este tem de ser claro e explicativo do ano em causa, e porque é um direito que têm.
No dia das eleições, não foi muito melhor, eram quase 3 mãos que eram precisas para contar os sócios, já contando com alguns dos candidatos da lista apresentada. Para “melhorar” em relação à forma como decorreu a apresentação das contas, uma vez mais a projecção da lista, sem entrega em papel (só após solicitar é que tive uma cópia), pouco ou nada foi dito sobre o que se proponham fazer. Logo após o acto eleitoral, heis que é apresentado uns pontos que se proponham a fazer, na mesma só em projecção.
O afastamento dos sócios permite que isto aconteça e se perpétuo, fazendo com que os destinos fiquem na mão de alguns que nunca sentiram e viveram o União. Afirmam agora que sempre fora do clube, ou que são sócios há muitos anos, mas criaram, promoveram e alimentaram anticorpos ao clube, dentro e fora.
Infelizmente, com a contínua presença de algumas pessoas em diversas associações, para tentar manter o “status quo” que permitiu outros voos, é promover o afastamento de muitas pessoas das colectividades e associações, assim como a falta de democracia. O tempo o dirá!
Mais: Apesar do aumento das temperaturas e das condições atmosféricas, o prolongamento do prazo para limpeza de terrenos que o Governo decidiu, faz todo o sentido.
Menos: Assembleias no União de Almeirim, a ausência de sócios, a forma de demonstração de gestão e projectos, e os tentáculos de um polvo que continua a mexer.
João Vinagre – CDS Almeirim












