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Sociedade

Greve volta a encerrar escolas do concelho de Almeirim

Por: Daniel Cepa 02 de novembro, 2026 2 minutos de leitura

A greve dos trabalhadores da Administração Pública levou ao encerramento de pelo menos três estabelecimentos de ensino e condicionou a atividade letiva no pré-escolar, esta segunda-feira, 2 de novembro, no concelho de Almeirim.

Segundo apurou O ALMEIRINENSE, no Agrupamento de Escolas de Almeirim encontram-se encerradas a Escola Básica 2,3 Febo Moniz, a Escola Secundária Marquesa de Alorna e o 1.º ciclo da Escola dos Charcos. Em Benfica do Ribatejo está encerrado o ensino pré-escolar. Os restantes estabelecimentos funcionam normalmente.

No Agrupamento de Escolas Salgueiro Maia, em Fazendas de Almeirim, está encerrada a Escola Básica Salgueiro Maia de Fazendas de Almeirim. No Centro Escolar de Fazendas de Almeirim, dois grupos do pré-escolar não tiveram atividade letiva. Os restantes grupos e turmas encontram-se a funcionar. Nas escolas de Paço dos Negros e Raposa, as atividades letivas decorrem normalmente.

Os trabalhadores da Administração Pública cumprem uma greve de 24 horas, convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS).

A paralisação começou às 00h00 e prolonga-se até às 23h59, abrangendo trabalhadores da administração central, regional e local. Segundo o sindicato, a adesão rondava os 60% nos setores da Educação e da Saúde às 9h00, com escolas e alguns centros de saúde encerrados em vários pontos do país.

Entre as principais reivindicações está a criação de um cartão refeição na Administração Pública, através de um Acordo Coletivo de Empregador Público, com o valor diário de 10,20 euros, livre de imposto.

O STTS defende ainda uma revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP), de forma a permitir que os trabalhadores mantenham os pontos obtidos em contratos a termo e nas mudanças de carreira ou categoria.

A estrutura sindical reivindica também a reposição de pontos retirados aos trabalhadores, a regularização de ciclos de avaliação anteriores, a atribuição de um subsídio de risco aos técnicos auxiliares de saúde, a revisão do acordo coletivo aplicável às entidades públicas empresariais e a contratação de mais trabalhadores.

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