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Sociedade

Almeirim acolheu ação nacional para reforçar resposta da Segurança Social em situações de emergência

Por: Inês Ribeiro 17 de Junho, 2026 2 Minutos de Leitura

O Comando Nacional Força Especial de Proteção Civil, em Almeirim, acolheu na terça-feira, dia 16 de junho, uma ação de formação/sensibilização dedicada à atuação da Segurança Social em teatros de operações, que reuniu 26 formandos provenientes de várias regiões do país, desde Coimbra até ao Algarve.

A iniciativa, desenvolvida em conjunto com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e o Instituto de Segurança Social, teve como objetivo formar os oficiais de ligação aos postos de comando do Instituto de Segurança Social, de forma a clarificar papéis e responsabilidades em situações de emergência.

Bruno Vaz, coordenador nacional das Equipas de Apoio Psicossocial da ANEPC, explicou o propósito da formação. “O grande objetivo é que os formandos saibam o que se espera deles, quais são as suas valências e como podemos ser todos úteis uns aos outros. Em cada operação de socorro, em cada operação de proteção civil, cada um dos atores deve saber o seu papel e saber o que esperar”, afirmou, em declarações ao Jornal O Almeirinense.

O responsável sublinhou ainda a importância da descentralização destas iniciativas. “Aquilo que vamos tentando fazer é descentralizar as formações, que acaba por ser sempre mais interessante”, referiu, adiantando que na próxima semana decorrerá uma formação do mesmo género em Viseu.

Hélder Silva, comandante sub-regional de Emergência e Protecção Civil da Lezíria do Tejo, destacou a abrangência da iniciativa, com a presença de formandos do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve.

De acordo com Bruno Vaz, a mensagem é clara. “Todos nós somos proteção civil, desde o cidadão até aos agentes que representam uma entidade num posto de comando. Quanto mais formação dermos sobre o que se espera e qual o papel de cada um, melhor vamos conseguir, em conjunto no terreno, socorrer a população quando as coisas correm da pior maneira”, concluiu.

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