Quando Pedro Ribeiro inaugurou com pompa e circunstância as instalações da Proteção Civil na zona industrial, mais um encargo de milhares de euros para os munícipes de Almeirim, a maioria esmagadora dos Almeirinenses, não concordou com esta decisão, uma vez que esta força estava colocada numa zona de floresta e aí sim, seria útil a sua presença para o combate aos incêndios que são frequentes na zona centro do país, ao contrário do concelho de Almeirim onde praticamente não existe floresta.
Agora que tivemos um inverno semelhante aos da década de sessenta, fizemos um périplo pelo concelho e falamos com pessoas com mais de oitenta anos que nos relataram episódios como o ano das sete cheias, da cheia que chegou ao jardim, e a ida para Santarém durante semanas de barco, entrando na pontinha e descendo próximo da Tapada, para estas pessoas e normal o que esta acontecer no nosso concelho, o que aconteceu noutros locais e que foi uma calamidade com perdas imparáveis de bens e infelizmente perdas humanas.
Mas voltando ao título do nosso artigo, o que e que a Proteção Civil tem feito?
E normal vê-los a correr pela manhã quando está bom tempo, para manter a forma física, ou passear em bons carros que nós pagamos, mas agora que são precisos não se veem, alias, e sintomático o que se passou na estrada do Vale Barrocas, quando o vento forte derrubou um poste e uma arvore de pequeno porte, alguém cortou o trânsito entre as Fazendas e Almeirim, ate aqui tudo normal, agora o que não e normal e que os senhores da Proteção Civil que estão localizados a cerca de setecentos metros do local onde se deu a ocorrência , foram necessários três dias para repor a circulação, o que abona bem da eficácia e prontidão da referida força de Proteção.
Senhor Pedro Ribeiro dê a cara, tenha vergonha e peça desculpa por mais um erro grosseiro que o senhor cometeu e que só prejudicou os contribuintes do concelho, já agora que a vala real foi limpa sem quaisquer despesas, venda o célebre barco, que nunca vimos, para que essa verba sirva para melhorar a fauna e a flora da referida vala para que volte a ser lugar aprazível das décadas de cinquenta e sessenta.
Já agora senhor presidente da Câmara estão identificados os locais de inundações, nas Fazendas, no parque da Raposa, na zona ribeirinha de Benfica, mas não basta saber onde está a doença é preciso curá-la o mais rápido possível.
Aconselhamo-lo a ouvir as pessoas mais velhas e a ver os locais que necessitam de intervenção, não faça como o seu antecessor que sabia tudo e com a sua prepotência não ouvia ninguém.
Senhor presidente no momento em que acabei de escrever este artigo, recebi uma chamada com varias queixas de fregueses de Fazendas de Almeirim, devido ao cheiro nauseabundo que sai das tampas de esgotos.
Mais: Almeirim ter sido considerada zona de calamidade.
Menos: A destruição do parque de merendas de Raposa.
António Nunes – PSD Almeirim











