Guerra aberta Associação de Caçadores de Fazendas de Almeirim: Resposta da Direção

Em resposta à declaração de Eurico Ferreira, Joaquim Pisco, advogado representante da Associação de Caçadores da Freguesia de Fazendas de Almeirim, admite que não houve um vencedor na providência cautelar e que a mesma se encontra em fase de oposição.
O advogado também afirma que só existiu a hipótese de demissão dos seis associados devido a “comportamentos claramente danosos e prejudiciais para com a Associação, a partir do momento em que alguns destes mesmos associados não ficaram satisfeitos com o resultado das eleições dos corpos sociais.”

Recorde-se que Eurico Ferreira, Pedro Fitas, Nuno Carrancinha, Eurico Alves, António Plicar e João Nunes ganharam em tribunal a Providência Cautelar instituída contra a Associação de Caçadores da Freguesia de Fazendas de Almeirim.
A sentença foi ouvida na semana passada no Tribunal Judicial de Santarém e os seis homens vão poder continuar como sócios da associação.
Eurico Ferreira afirmou que a Providência Cautelar surgiu para impedir a sua expulsão e dos restantes sócios, que os queriam expulsar porque Eurico tinha reparado que as contas apresentavam falta de dinheiro: “Aplicaram as contas com a falta de 20 e tal mil euros. Até hoje, já estão a receber novas cotas e até hoje não apresentaram nada.” Afirmou também que a Providência Cautelar surgiu para impedir que a expulsão acontecesse e que tanto ele como os restantes sócios não fizeram mal à associação: “Sempre cumprimos com o nosso objetivo, que era caçar”.

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